"O que não cabe numa ligação, eu escrevo." — uma coleção de cartões que a avó escreve para a neta, peça por peça, geração por geração.
Se Legado deu voz à neta diante das joias da avó, Selo de Família inverte o remetente: agora é a avó quem escreve — e a joia é o selo.
Minha querida, antes das mensagens existiam os cartões — e entre nós, ainda existem. Cada joia que te dou carrega um selo que não é dos Correios: é da nossa família. Guarda não porque é bonito. Guarda porque um dia foi meu, e agora é seu.
Selo de Família joga com o selo postal e o selo/brasão de família — a joia como marca que se carimba de geração em geração.
Literal ao tema do mês e ao gesto da campanha: cada cartão carrega um selo — não dos Correios, mas da família. Funciona como nome e como assinatura estampável nas peças.
Duplo sentido entre a troca de cartas e a semelhança entre gerações. Mais conceitual, um nome só, sem precisar de subtítulo.
Mais poético e longo — funciona melhor como linha de assinatura dentro das peças do que como nome de capa.
O cartão-postal é o objeto certo para este mês porque ele já é, por natureza, uma joia de papel: pequeno, endereçado a uma única pessoa, guardado por quem recebe.
Em Legado, a neta falava sobre os objetos da avó. Aqui, é a avó quem escreve — o cartão é o gesto que a câmera não filma: a dedicatória.
Toda peça vem com duas faces: a fotografia do produto (frente do cartão) e a mensagem manuscrita (verso), como um cartão-postal de verdade.
Nada de call-to-action agressivo. A escassez e o desejo vêm da intimidade da carta — quem lê sente que não era pra ela, mas queria ser.
Paleta reduzida a quatro tons: dourado, bege, verde e fendi — uma combinação neutra e sofisticada, sem nada frio.
Referências de movimento para o mês — formato vertical, como Reels/Stories.
Referências visuais para o mês — formato vertical, como no feed do Instagram.